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FATO OU FAKE? SAIBA COMO IDENTIFICAR SE UM CONTEÚDO É FALSO




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Com tantos conteúdos duvidosos disseminados na internet, fica difícil saber o que é notícia (fato) e o que é falso (fake) hoje em dia. Por isso, a equipe do Fato ou Fake preparou um manual com dicas práticas que ajudam a identificar se a mensagem que circula nas redes sociais e no seu WhatsApp é verídica.

Não leia só o título
É comum que conteúdos falsos sejam publicados com títulos sem relação com o texto ou que manipulam as informações. Duas linhas dificilmente dão conta de todo o contexto de uma notícia. Ler uma publicação do início ao fim antes de compartilhá-la diminui as chances de espalhar um boato.

Desconfie de textos alarmistas
Manchetes e textos muito alarmistas podem até despertar a sua curiosidade, mas o objetivo costuma ser apenas conseguir cliques. Aqui entra o bom senso: se uma notícia parecer, à primeira vista, “inacreditável”, talvez seja justamente porque ela não existe. Em geral, quem tenta enganar os leitores escolhe exagerar ou inventar eventos absurdos para mexer com a emoção do público, principalmente quando as opiniões estão polarizadas.

Informações vagas são mau sinal
Textos com informações genéricas, sem identificação dos envolvidos ou o local do fato, são pouco confiáveis. Notícias sérias respondem às perguntas mais importantes do leitor e mostram detalhes sobre um determinado fato. Se o texto não identifica as fontes das informações, fique alerta. Pode ser pura invenção.

Confira a data da publicação
Textos antigos costumam voltar a circular pelas redes quando algum assunto vira notícia. Fique atento à data da publicação. Mesmo que um dia a informação compartilhada tenha sido verdadeira, com o passar do tempo ela pode se tornar falsa ou provocar confusão.
Em 2012, um link de uma reportagem sobre o cancelamento do Enem foi difundida às vésperas da prova, provocando pânico nos candidatos. Só que a notícia era de 2009, quando o Enem foi adiado para todos os inscritos após a descoberta do furto das provas. O caso foi parar na Polícia Federal, e o Ministério da Educação (MEC) convocou uma coletiva para desmentir o cancelamento.

Cuidado com vídeos, fotos e áudios
Imagens e áudios podem ser facilmente editados e tirados de contexto. Desconfie de vídeos que mostram cenas incomuns. Tente encontrar a gravação original e pesquisar as circunstâncias em que ela foi feita.
Em maio de 2018, por exemplo, internautas compartilharam um vídeo informando equivocadamente que militares haviam começado a fiscalizar o Congresso Nacional. As imagens, porém, eram de uma visita dos estagiários dos cursos de Alto Comando da Escola Superior de Guerra, da Escola de Guerra Naval e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, previamente agendada. Ao contrário do que foi noticiado por alguns sites, que o "Exército quer marcar presença para garantir a democracia e a segurança nacional", ninguém do grupo fez qualquer pronunciamento durante o encontro. A íntegra estava disponível no canal da TV Senado no Youtube.
Recentemente, o padre Marcelo Rossi precisou esclarecer em um vídeo nas redes sociais que ele não era autor de um áudio que circulava por grupos de WhatsApp com reflexões sobre política.
Cuidado com fotos, que podem ser manipuladas digitalmente para enganar o leitor. Se a foto publicada na internet parecer estranha, dê um clique com o botão direito do mouse sobre ela e escolha a opção "procurar imagens".
Esse recurso pode revelar quantas vezes a imagem já foi reproduzida na internet anteriormente e apontar se a imagem antiga está sendo usada para montar um conteúdo enganoso.

Confira a publicação em um veículo profissional de imprensa
Quando uma informação é verdadeira e relevante, ela provavelmente foi publicada por algum veículo profissional de imprensa. Procure saber se já existe alguma reportagem sobre o assunto e confira a apuração: o jornalismo tem o compromisso de ouvir e incluir o outro lado da história.
Segundo material produzido pelo Instituto Poynter, entidade americana que analisa e estuda a imprensa, quando você acessa um site, a primeira coisa que deve fazer é verificar onde está e quem está por trás das páginas que está lendo. Se não conseguir encontrar nenhuma informação sobre o autor ou nenhuma seção que explique o que é o site, é melhor ficar atento.

Consulte as fontes
É fácil atribuir um número ou uma informação a um órgão oficial ou a uma organização privada, mesmo que seja falso. Por isso, é necessário sempre checar as fontes. Muitos órgãos públicos apresentam dados em seus sites, o que facilita a pesquisa. Também é possível fazer uma busca online pelo nome da pessoa que é responsável pela informação. Assim, é possível comprovar se ela efetivamente existe, se trabalha na empresa envolvida, entre outras informações.
Um caso recente foi uma falsa da capa da revista "Veja" sobre um escândalo de pesquisas eleitorais compradas, que circulou no WhatsApp. Contudo, a capa da revista que já estava nas bancas era sobre os 50 anos da publicação.
Uma notícia relevante raramente é publicada por apenas um veículo de imprensa. Desconfie e pesquise se ela foi publicada também em outros veículos confiáveis.

Verifique antes de compartilhar
Repasse apenas informações que você tem certeza que sejam verdadeiras. Você é responsável pelo que compartilha. “Mande esse texto para todos os seus contatos” ou “faça essa mensagem chegar ao maior número de pessoas” são frases comuns em textos que contêm notícias falsas. Verifique se a informação que você recebeu foi alvo da verificação de grupos de checagem como o Fato ou Fake, que apontam em conteúdos com grande difusão na internet o que é falso e o que não é.
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BLACK FRIDAY 2018: FUJA DAS FURADAS EM 10 DICAS
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A Black Friday, dia de promoções que acontece na sexta-feira (23) tanto no comércio eletrônico quanto no varejo físico, é considerada uma das principais datas de compras no Brasil. Os consumidores aproveitam as ofertas tanto para adquirir produtos desejados como para adiantar as compras de Natal.
Mas, com tantos anúncios de ofertas, o consumidor precisa tomar cuidado para não comprar por impulso, podendo estourar seu orçamento. A empolgação também pode colocá-lo em roubadas como comprar produtos sem procedência ou em lojas não confiáveis.
Segundo Nayla Pires, gerente de experiência do consumidor do site comparador de preços Zoom, é recomendável acompanhar as variações de preços antes da Black Friday e pesquisar sobre as lojas. “Planejamento é a palavra-chave. O preço acaba sendo o fator fundamental para a tomada de decisão. Porém, para garantir uma boa experiência de compra, é necessário checar, principalmente, se o produto com desconto atende às necessidades e se a loja é de confiança”, afirma.
Veja abaixo 10 dicas de especialistas para não entrar em roubadas nas compras da Black Friday.

1. Planejamento, pesquisa e monitoramento
Para evitar compras por impulso, o ideal é fazer uma lista de compras, estabelecer prioridades e estipular o valor máximo que pode ser gasto. A recomendação é de Luiz Pavão, diretor de Estratégia e Marketing da Infracommerce.
“Muitas vezes as promoções fazem o consumidor extrapolar nos gastos, já que tem a sensação de que está economizando muito e acaba realizando compras das quais se arrepende depois”, diz.
Francisco Cantão, fundador do site Black Friday de Verdade e sócio-diretor da Proxy Media Marketing Digital, o consumidor deveria começar sua pesquisa com semanas de antecedência para aproveitar as melhores ofertas. Com a lista do que deseja comprar em mãos, deve monitorar constantemente os preços. “Essa tática ajuda a identificar empresas que deliberadamente sobem os preços na véspera do evento e ver se os descontos oferecidos são mesmos vantajosos”, diz.
Segundo Pavão, é possível se cadastrar nos sites ou aplicativos de varejistas ou comparadores de preços para acompanhar e receber ofertas e conseguir o preço mais próximo do que quer pagar.
O consultor de planejamento e estratégia Marcos Freitas recomenda consultar comparadores de preços que mostram inclusive gráficos com o histórico dos valores cobrados ao longo dos últimos meses. “Se o produto tiver recentemente subido de preço e baixado na Black Friday, voltando ao preço anterior, é um indício da famosa promoção metade do dobro”, afirma.
A Fundação Procon-SP, por exemplo, monitora preços dos produtos mais procurados em lojas físicas e virtuais 60 dias antes do evento. São mais de 100 produtos monitorados, em mais de 10 players do mercado. O desconto deve ser dado sobre o menor preço dos últimos 60 dias, segundo a entidade.
Produtos participantes devem estar sinalizados como Black Friday. Nas lojas físicas, se houver desconto geral, como toda a loja com 15% de desconto, ou descontos em categorias, como todos os vinhos chilenos com 30% de desconto, é obrigatório informar o preço original e o promocional e ter leitor de código de barras próximo, afirma.

2. Reputação da loja
Se você encontrou um ótimo desconto, mas nunca ouviu falar da loja, pesquise sobre a empresa para saber se ela é de confiança ou não. Essa é a recomendação de Eduardo Ganymedes Costa, especialista em direito do consumidor.
Além de procurar o CNPJ, endereço físico e outros dados da empresa como razão social, busque avaliações de outros usuários que já compraram lá. Sites como do ReclameAqui trazem reclamações de compradores e as respostas das lojas. No site do Procon SP há uma lista de lojas virtuais a serem evitadas.
“Mas, além da nota dada pelo consumidor, preste atenção ao tipo de reclamação feita, pois relatos de fraude ou mau atendimento têm um peso bem maior do que atraso na entrega do produto”, afirma Fabio Carneiro, co-fundador do Promobit.
Outras fontes de informação são as redes sociais, elas servem como termômetros da confiabilidade de uma loja. Segundo Carneiro, é necessário avaliar a longevidade do e-commerce nesses canais e as avaliações feitas pelos consumidores.
Segundo Júlio Mendes, diretor comercial da Soluti, o ato da compra é o estabelecimento de confiança entre o cliente e o comerciante. Por isso, é importante que o usuário observe se o portal disponibiliza canais de relacionamento com o cliente e política de troca.
Para Richard Bento, superintendente de segurança corporativa do Itaú Unibanco, é necessário confirmar se o estabelecimento está na lista restritiva do Serasa. “Não realize a compra se perceber alguma inconsistência”, diz.
O consumidor deve ficar atento ainda se não está comprando de outra empresa dentro do site da rede varejista – é o chamado marketplace. Ao observar a informação “vendido e entregue por”, ele saberá de qual empresa está comprando.
Os principais sites de e-commerce que possuem marketplace já disponibilizam essa informação para o consumidor saber se está comprando do site principal ou da loja parceira. E é possível verificar os comentários de consumidores que já compraram da loja parceira para saber se já ocorreram problemas com as compras.

3. Desconfie de megadescontos
Na opinião de Sylvia Bellio, especialista em infraestrutura de TI da IT Line Technology, o consumidor precisa tomar muito cuidado nesta época com os produtos baratos demais. “Deve-se desconfiar e usar o bom senso. Como um produto pode ser vendido por 1/4 do preço? Às vezes sai mais barato que o preço de custo e a conta não bate”, diz.
A especialista recomenda questionar se pode ser uma página falsa, se a loja tem procedência, se a mercadoria é original e vem com nota fiscal e garantia. “Desconfie e certifique-se de tudo antes de comprar produtos com megadescontos. A proposta é que você tenha vantagens com a Black Friday e não dor de cabeça”, aconselha.
De acordo com Ofli Guimarães, CFO do Méliuz, ao descobrir uma grande promoção, é comum se empolgar para realizar a compra antes que o produto se esgote. “Fique atento pois, em alguns casos, apesar de o valor do produto estar abaixo da média, a diferença está embutida no valor do frete. Conhecida como ‘maquiagem de preço’, a prática é uma das principais reclamações registradas pelo Procon”, alerta.
Se estiver na dúvida, é válido entrar em contato com a empresa através dos canais oficiais para confirmar a promoção.

4. Cautela nos gastos
O coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, lembra que no fim do ano as famílias tendem a gastar mais em função do período de festas. Além disso, no início do ano há tributos como IPTU e IPVA e a matrícula da escola dos filhos. Por isso, o consumidor deve levar isso em conta antes de gastar.
"Revise as contas para saber quanto pode gastar e coloque uma margem de valor mínimo e máximo para a compra que não comprometa o orçamento”, diz.
Caso não tenha como pagar à vista, evite crediário com juros e divida a compra no número mínimo possível de parcelas.
Segundo ele, o consumidor deve ficar atento ao valor da taxa de entrega, que pode encarecer demais a compra. E também à real utilidade do produto. “É frustrante gastar em algo que quase ou nunca será usado", observa o professor da FGV.

5. Formas de pagamento
Segundo Nayla Pires, escolher a melhor forma de pagamento é fundamental e o consumidor deve levar em conta que, em razão dos descontos, os produtos podem ter valores distintos se pagos à vista ou parcelados. Caso opte pelo crédito, mesmo com os juros, pode ser que valha a pena para que a compra não pese no orçamento, principalmente quando se trata de um produto com valor mais alto. Já no boleto bancário, geralmente, não é possível parcelar.
É importante verificar as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce, especialmente se a loja virtual disponibiliza a opção do cartão de crédito. “Uma loja, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação – e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

6. Atenção ao frete
De acordo com a plataforma de preços Reduza, o frete pode representar até 40% do valor total do pedido, além de variar em até 400% de uma loja para outra. Então, faça o teste do frete em diferentes lojas para encontrar o menor preço. Talvez o produto em uma loja mais em conta não compense o valor que pagará pelo envio.
Outra opção é comprar na internet e retirar na loja. Grandes redes varejistas trabalham com esse modelo de entrega e algumas ainda oferecem descontos extras na modalidade.

7. Prazo de entrega
Nayla Pires recomenda atenção ao prazo de entrega, principalmente se houver compras de Natal. “Na Black Friday, é muito comum que os prazos sejam maiores e podem passar de 30 dias”, diz.

8. Arrependimento da compra
A lei permite que o consumidor se arrependa da compra, ressalta Nayla Pires. O prazo é de 7 dias, contados a partir do recebimento do produto, para a devolução. O Procon-SP ressalta que isso vale sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.
Nesse caso, o arrependimento não precisa estar relacionado ao funcionamento do produto. Essa devolução garante o ressarcimento imediato do valor atualizado do pedido, incluindo os custos com frete.
Além disso, os lojistas são obrigados a mostrar de forma clara e visível os meios de comunicação disponíveis para o consumidor exercer o direito de arrependimento.

9. Problemas com a internet
Sylvia Bellio alerta que como a demanda de pessoas que querem aproveitar a Black Friday é grande, alguns sites podem enfrentar lentidão por causa do volume de acessos.
“Nesses casos, é bom ficar atento para verificar se o problema é da sua conexão, momentâneo, se a página é oficial ou se a lentidão é tanta que demonstra falta de infraestrutura do e-commerce, o que pode significar que talvez ele também não tenha condições suficientes para cumprir com outros detalhes da compra como, qualidade do produto, prazo de entrega, etc.”, pondera.

10. Segurança
Richard Bento alerta para a segurança no momento das compras. Segundo ele, ao realizar transações online, é obrigatório utilizar uma máquina com antivírus, navegador e sistema operacional atualizados e firewall ativado. Além de redes sem fio conhecidas, com senha ou conexão particular (3G ou 4G). “Nunca faça compras ou transações bancárias em redes públicas”, alerta.
Outra dica é sempre digitar o endereço do site no navegador de internet. Antes de fornecer os dados, verifique se o endereço do site começa com https://.
E é recomendado usar senhas exclusivas para cada cadastro, evitando dados pessoais. “Jamais use a mesma senha de acesso ao seu banco ou e-mail para cadastro em lojas”, diz.
ELEIÇÕES 2018: CONHEÇA OS 27 GOVERNADORES ELEITOS
Os eleitores definiram neste domingo (28) os nomes dos 14 governadores que devem comandar os estados a partir de 2019. Os demais 13 governadores já tinham sido eleitos no 1° turno destas eleições. Os 27 governadores eleitos são filiados a 13 partidos.
No total, 10 candidatos foram reeleitos, sendo 7 já no 1° turno e 3 no 2° turno. O PT foi o partido que conquistou mais estados: Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Esses estados somam 30,6 habitantes. Apenas o resultado do Rio Grande do Norte foi definido no 2° turno.
Já o PSDB é a sigla que governará para mais habitantes considerando as projeções da população do IBGE. No total, 59,6 milhões de pessoas serão comandadas por governadores tucanos em São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.
O PSL, sigla de Jair Bolsonaro, eleito presidente neste domingo, terá governadores em Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Antes, o PSL só tinha conseguido eleger um único governador: Flamarion Portela, em Roraima, nas eleições de 2002.
Veja abaixo quem são os 27 governadores eleitos:

Eleitos em 2° Turno
- Amazonas: Wilson Lima (PSC)
- Amapá: Waldez Goés (PDT)
- Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB)
- Minas Gerais: Romeu Zema (Novo)
- Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PSDB)
- Pará: Helder Barbalho (MDB)
- Rio de Janeiro: Wilson Witzel (PSC)
- Rio Grande do Norte: Fátima Bezerra (PT)
- Rondônia: Coronel Marcos Rocha (PSL)
- Roraima: Antônio Denarium (PSL)
- Rio Grande do Sul: Eduardo Leite (PSDB)
- Santa Catarina: Comandante Moisés (PSL)
- Sergipe: Belivaldo Chagas (PSD)
- São Paulo: João Doria (PSDB)

Eleitos em 1° Turno
- Acre: Gladson Cameli (PP)
- Alagoas: Renan Filho (MDB)
- Bahia: Rui Costa (PT)
- Ceará: Camilo Santana (PT)
- Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB)
- Goiás: Ronaldo Caiado (DEM)
- Maranhão: Flávio Dino (PCdoB)
- Mato Grosso: Mauro Mendes (DEM)
- Paraíba: João Azevêdo (PSB)
- Pernambuco: Paulo Câmara (PSB)
- Piauí: Wellington Dias (PT)
- Paraná: Ratinho Junior (PSD)
- Tocantins: Mauro Carlesse (PHS)
Publicado em 28 de outubro de 2018.
ELEIÇÕES 2018: CONHEÇA AS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DISPUTADOS NESTE PLEITO
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O voto é a forma pela qual todo cidadão pode escolher quem o representará na Administração Pública, na elaboração de leis e na aplicação do dinheiro público para melhoria do país, dos estados e dos municípios. Conheça agora as atribuições dos cargos em disputa no pleito deste ano.

Deputado Federal
Os deputados federais são os representantes do povo na esfera federal. Sua atribuição principal é fazer leis de abrangência nacional e fiscalizar os atos do presidente da República. Eles também podem apresentar projetos de leis ordinárias e complementares, de decreto legislativo, de resolução e emendas à Constituição, além de criar Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), discutir e votar medidas provisórias editadas pelo Executivo.

Deputado Estadual ou Distrital
Os deputados estaduais ou distritais têm a incumbência de representar o povo na esfera estadual (Assembleia Legislativa) ou distrital (Câmara Legislativa do Distrito Federal). Sua função principal é a de legislador, ou seja, legislar, propor, emendar, alterar e revogar leis estaduais. Eles também fiscalizam as contas do Poder Executivo e desempenham outras atribuições referentes ao cargo. Vale lembrar que cada constituição estadual ou distrital também pode delegar outras atividades, exclusivas ou não, aos deputados estaduais ou distritais.

Senador
Os senadores representam os estados e o Distrito Federal, e têm a prerrogativa constitucional de fazer leis e de fiscalizar os atos do Poder Executivo. Além disso, a Constituição Federal traz como competência privativa dos senadores: processar e julgar, nos crimes de responsabilidade, o presidente e o vice-presidente, os ministros e os comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, os ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o procurador-geral da República e o advogado-geral da União.

Governador
É o governador que exerce o Poder Executivo na esfera dos estados e do Distrito Federal. Cabe a ele representar, no âmbito interno, a respectiva Unidade da Federação em suas relações jurídicas, políticas e administrativas.
No exercício da sua função de administrador estadual, ele é auxiliado pelos secretários de estado. O governador participa do processo legislativo e responde pela segurança pública. Para isso, o governador conta com as Polícias Civil e Militar e com o Corpo de Bombeiros.
Em razão da autonomia dos estados e do Distrito Federal, cada constituição estadual e a lei orgânica do DF dispõem sobre competências, atribuições e responsabilidades do cargo de governador.

Presidente da República
O presidente da República é quem governa e administra os interesses públicos da nação. Ele tem o dever de sustentar a integridade e a independência do Brasil, bem como apresentar um plano de governo com programas prioritários, projetos de lei de diretrizes orçamentárias e propostas de orçamento. Exerce atribuições administrativas, legislativas e militares de acordo com a Constituição Federal.
Faz parte de suas atribuições administrativas nomear os chefes dos ministérios, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dos tribunais superiores e o advogado-geral da União, bem como conceder indulto e comutar penas.
Já as atribuições legislativas permitem que ele possa iniciar um processo legislativo, sancionar, promulgar e publicar leis, além de expedir decretos.
Quanto ao poder militar, o presidente é o comandante supremo das Forças Armadas, cabendo a ele, exclusivamente, declarar a guerra e celebrar a paz, com autorização do Congresso Nacional.
No que se refere à política externa, é o presidente da República que decide sobre as relações com outros países, sobre o credenciamento de representantes diplomáticos e sobre a celebração de tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional.

Publicado em 28 de outubro de 2018.
AMAZONAS E MINAS GERAIS SEGUEM COMO ÚNICOS ESTADOS ONDE TODOS OS PRESIDENTES VENCERAM DESDE 1989


Todos os presidentes eleitos desde 1989 venceram em 2 estados do país: Minas Gerais e Amazonas. Os eleitores de ambos deram mais da metade dos votos válidos a Fernando Collor (PRN), Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luis Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e, agora, Jair Bolsonaro (PSL).
Nos demais, os presidentes eleitos nem sempre venceram.
Bahia, Pará, Rio Grande do Norte e Tocantins também vinham dando vitória ao presidente eleito desde 1989. Collor (1989), FHC (1994 e 1998), Lula (2002 e 2006) e Dilma (2010 e 2014) foram os mais votados.
Em 2018, entretanto, a tradição foi quebrada. Fernando Haddad (PT) teve maioria dos votos válidos nos 4, e acabou derrotado por Jair Bolsonaro.
O candidato do PSL venceu em 16 das 27 unidades da federação. É a terceira vez que uma divisão semelhante acontece desde a redemocratização: em 1998, FHC também venceu em 16 estados e, em 2014, Dilma Rousseff venceu em 15.
A eleição com a maioria mais folgada foi a de Lula, em 2002, quando o petista obteve mais de 50% dos votos em 26 UFs — a exceção foi Alagoas. Antes dele, o recorde era de FHC, com 25 estados, em 1994. Só Rio Grande do Sul e Distrito Federal não o fizeram.
O estado que menos votou em consonância com resultado final da eleição presidencial foi o Rio Grande do Sul: 2 das 8 que ocorreram até aqui — Lula em 2002 e Bolsonaro neste domingo.
Santa Catarina e Distrito Federal são os estados que ficam no meio: cada um deu vitória ao presidente eleito em 4 das 8 eleições.
Publicado em 29 de outubro de 2018.
MENOR TAXA DE REELEIÇÃO DESDE 2006
Dos 20 governadores que tentaram a reeleição em 2018, 10 conquistaram um novo mandato. A proporção é menor que a de 2006, a última vez em que houve 20 tentativas de reeleição. Naquele pleito, 14 conseguiram um novo mandato.
A maioria dos reeleitos em 2018 governa estados do Nordeste:
- Alagoas: Renan Filho (MDB)
- Amapá: Waldez Góes (PDT)
- Bahia: Rui Costa (PT)
- Ceará: Camilo Santana (PT)
- Maranhão: Flávio Dino (PCdoB)
- Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PSDB)
- Pernambuco: Paulo Câmara (PSB)
- Piauí: Wellington Dias (PT)
- Sergipe: Belivaldo Chagas (PSD)
- Tocantins: Mauro Carlesse (PHS).

E, entre os 10 que não conseguiram se reeleger, 6 sequer conseguiram levar a disputa para o segundo turno:
- Amazonas: Amazonino Mendes (PDT), derrotado no 2º turno
- Distrito Federal: Rodrigo Rollemberg (PSB), derrotado no 2º turno
- Goiás: Zé Eliton (PSDB), derrotado no 1º turno
- Mato Grosso: Pedro Taques (PSDB), derrotado no 1º turno
- Minas Gerais: Fernando Pimentel (PT), derrotado no 1º turno
- Paraná: Cida Borhetti (PP), derrotada no 1º turno
- Rio Grande do Norte: Robinson Faria (PSD), derrotado no 1º turno
- Rio Grande do Sul: José Ivo Sartori (MDB), derrotado no 2º turno
- Roraima: Suely Campos (PP), derrotada no 1º turno
- São Paulo: Márcio França (PSB), derrotado no 2º turno.

Considerando os dados do 2º turno, Rodrigo Rollemberg (PSB) foi o governador que ficou mais distante da reeleição. O atual governador do DF registrou 30,21% dos votos válidos contra 69,79% de Ibaneis Rocha (MDB).
A eleição de 2018 resultou na menor taxa de reeleição desde, pelo menos, 2006. Naquele ano, de 20 que tentaram, apenas 6 não conseguiram.
Quatro anos depois, em 2010, 18 governadores tentaram reeleição, e 12 conseguiram. Em 2014, o resultado foi o mesmo: 18 tentativas de reeleição, e 12 bem sucedidas.

Publicado em 29 de outubro de 2018.